Pulseira Riviera Safira Royal Blue 16ct – Prata 925 Banhado
O preço original era: R$ 879.00.R$ 799.00O preço atual é: R$ 799.00.
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Riviera Royal Blue – O Brilho da Alta Joalheria em Prata 925 com banho
Eleve sua sofisticação com esta deslumbrante Pulseira Riviera, uma verdadeira obra de arte que une o design clássico à tecnologia moderna das gemas.
Confeccionada em Prata de Lei (925) maciça, esta peça recebe um luxuoso banho de Ouro Branco 14K, garantindo aquele acabamento espelhado e platinado que amamos. O destaque absoluto são os 16 quilates de Safiras Azuis (Criadas em Laboratório): pedras com pureza excepcional (VVS1), cor profunda e brilho intenso, idênticas visualmente às gemas naturais mais cobiçadas do mundo.
Diferente das bijuterias comuns, esta semijoia de luxo possui o Fecho Gaveta (Box Closure) com trava de segurança, o mesmo mecanismo usado em joias de ouro maciço, proporcionando segurança e um caimento perfeito no pulso.
Uma peça hipoalergênica (livre de níquel), feita para durar e brilhar em todas as ocasiões.
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Material Base: Prata de Lei 925 (Sterling Silver).
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Acabamento: Banho de Ouro Branco 14K (14K White Gold Plated).
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Gema Principal: Safira Azul (Sapphire).
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Origem da Gema: Criada em Laboratório (Lab-Created).
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Peso Total das Gemas: 16 Quilates (16 Ctw).
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Lapidação: Redonda (Round Cut) com classificação de corte “Excelente”.
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Pureza/Clareza: Grau VVS1 / Limpa a olho nu (Eye Clean).
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Tipo de Fecho: Fecho Gaveta (Box Closure).
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Propriedade: Livre de Níquel / Hipoalergênica (Nickel-Free).
Fabricado na Índia
A Índia é, historicamente, o “cortador de pedras do mundo” (especialmente a cidade de Jaipur). Quando falamos de Safiras Criadas em Laboratório (Lab-Created) vindas de lá com acabamento de joalheria, estamos falando de um nicho muito específico que une tecnologia de ponta com artesanato milenar.
Análise sobre as pedras Safira dessa semi joia
>>Diferente de um vidro azul ou zircônia (que são apenas imitações visuais), a Safira de Laboratório é quimicamente, fisicamente e opticamente idêntica à safira natural.
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Composição: Ambas são feitas de Óxido de Alumínio (Coríndon).
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Dureza: Ambas têm dureza 9 na escala Mohs (só o diamante risca).
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A Diferença: A natural cresceu na terra por milhões de anos (e por isso tem defeitos/inclusões); a de laboratório cresceu em ambiente controlado em semanas (e por isso é perfeita).
Artesanal – Lapidação de Alta Joalheria
Por que essa peça indiana brilha tanto? O segredo não está apenas na pedra bruta, mas na lapidação (corte).
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Na Índia, os lapidários tratam essas safiras sintéticas de alta gama com o mesmo respeito que tratam as pedras preciosas naturais.
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Corte “Excellent”: Conforme visto na ficha técnica da peça que você encontrou, o corte é classificado como excelente. Isso significa que os ângulos das facetas foram calculados para refletir o máximo de luz possível (o “fogo” da pedra). Bijuterias baratas usam pedras moldadas em forma 0 já essa peça foi lapidada faceta por faceta.
Pureza VVS1: O Luxo da Perfeição
A ficha técnica indicou pureza VVS1 e Eye Clean.
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Na natureza, uma safira com essa pureza e esse tom de azul profundo (“Royal Blue”) é raríssima e custaria dezenas de milhares de dólares.
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No laboratório, consegue-se criar essa perfeição de forma consistente. O cliente leva para casa uma pedra que tem a aparência da safira mais cara do mundo, totalmente limpa e cristalina a olho nu.
A Cor “Royal Blue” Consistente
Uma das maiores dificuldades com pedras naturais é montar uma pulseira Riviera onde todas as pedras tenham exatamente o mesmo tom de azul. Na natureza, uma sai mais clara, outra mais escura.
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Nas safiras de laboratório indianas, o controle de cor é absoluto. Isso cria aquele efeito visual de “rio azul” contínuo e hipnotizante no pulso, característico das joias de alto luxo.
Sustentabilidade e Ética
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São pedras Eco-friendly: Não houve mineração destrutiva do solo.
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São Conflict-free: Você tem certeza de que a origem é ética, sem exploração humana em garimpos perigosos.
“Esta não é uma bijuteria comum. A Índia é o berço mundial da lapidação de gemas. O que eles fizeram nesta peça foi pegar a Safira Criada em Laboratório — que tem a mesma dureza e composição química da natural — e aplicar nela a lapidação manual de alta joalheria. O resultado é uma pedra com pureza VVS1 (praticamente perfeita) e um brilho que não desbota, montada em metal nobre, por uma fração do preço de uma safira de mineração.”
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Você sabia que a chamada Pulseira Tennis é o mesmo modelo que no Brasil conhecemos como Pulseira Riviera?
Esse nome ficou famoso mundialmente por causa de um episódio curioso no US Open de 1987.
Na época, essa joia era vista como algo bem formal, usada só em eventos elegantes. Tudo mudou quando a tenista Chris Evert, ícone do esporte e do estilo, entrou em quadra usando uma pulseira de diamantes desse modelo. Durante uma jogada, o fecho quebrou e a pulseira caiu no meio da partida. O jogo foi interrompido e as câmeras registraram o momento.
Depois, ao explicar o ocorrido, ela disse que havia deixado cair sua tennis bracelet. A expressão pegou na hora — e nunca mais saiu. A partir daí, o mundo passou a chamar esse modelo de Tennis Bracelet.
Desde então, a peça ganhou um novo significado: luxo sem rigidez, elegância que funciona tanto em ocasiões especiais quanto no dia a dia. Uma joia clássica, mas com uma história que conecta sofisticação, movimento e modernidade.
| Peso | 0.200 kg |
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| Dimensões | 16 × 10 × 4 cm |
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